Curtos, longos, curtos…

3 out

      Vendo que agora começou um moooonte de desfiles gringos com modelos magérrimas, vestindo roupas de dar suspiros e algumas muitas passadas do cartão de crédito, percebi duas coisas:

– que as vezes alguns enlouquecem de vez, colocando roupas com mil recortes e mil coisas mirabolantes, e que daqui a pouco Lady Gaga estará desfilando por ai;

– e aquelas roupas que damos o nariz a torcer, depois vira a roupa que não desgruda, porque também já nos acostumamos com a loucura que ela é (como o Clog).

Pelo Hemisfério Norte, percebi uma tendência de gala voltando. O vestido curto-longo. Aquele que é curto na frente e comprido atrás (que na verdade é pra quem não se decidiu se quer curto ou longo). Blake Lively a.k.a Serena van der Woodsen foi meio que a trendsetter, aparecendo três vezes já, por Nova York com esses vestidos nada modestos.

Foto: YouKnowYouLoveMe.org

       Esse é um pouco diferente do que eu falei acima, porque ele tem o longo, que é toda essa renda, mas ele é curto na frente,  e tem uma “cauda” por trás.

Foto: YouKnowYouLoveMe.org

 Que é essa seda cinza esvoaçante atrás, que faz o papel de longo da vez.

Foto: YouKnowYouLoveMe.org

 Esse vestido mostra nitidamente o curto-longo, tanto é que tá com um shorts por baixo de todo esse cetim.

Foto:YouKnowYouLoveMe.org

 Nessa última foto, Blake aparece com o mesmo tema de todos os acima, só mudando o tecido que é todo de tule, (dando um ar de romantismo no vestido) o tecido que há 2 anos atrás, fazia o papel que a renda faz hoje em dia.

Esses outfits mostra que a moda vai e volta. Exemplo disso foram as roupas que eu vi no Juicy by Licquor, um mooonte de saias e vestidos, que estão hoje todos de volta, principalmente agora que todos os desfiles mostram o reaproveitamento de tecidos e a reinvenção com os mesmos e o minimalismo, que já esteve presente no século XX expressando-se primeiramente no mundo artístico, com uma arte sem emoção, neutra. O LBD, criado por Coco Chanel (1883-1971) é uma prova do minimalismo. Ou seja, Chanel, pode ter sido a criadora, na moda, do minimalismo. Reinventando ou não, a moda continua sendo incrível e uma descoberta atrás da outra. Como ela sempre foi.

 

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