Tag Archives: reflexões

Japão

14 mar

No blog, Fashiontoast (tem ele aí no Blogroll), Rumi, de Tokyo, fala sobre sua experiência (que nem é experiência, por que isso geralmente significa coisas boas) com o terremoto em Tokyo, onde ela fazia um shoot para um revista. Como ela diz: “Eu sei que aqui é um lugar para mostrar lindas fotos e paisagens frívolas, mas nós temos que tentar fazer a diferença!” e eu concordo e assino embaixo. O Japão sofreu muuuito, mesmo sendo um país preparado para terremotos, mas mais de 10 mil pessoas morreram! E enquanto estamos aqui postando, essas pessoas não tem lugar pra ficar e perderam peças queridas, e antiguidades. Vamos ajudar doando para o Red Cross e fazer a diferença!

 

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As tais novidades

4 fev

sse pst de hoje vim contar novidades (muuuuitas) e fazer um post mais filosófico, mas sempre divertido, sobre como será o blog daqui pra frente. Bom começando que eu comecei a estagiar na RG (que não é mais Vogue) e toda essa experiência está sendo o máximo, você se sentir mais madura, correr de um lado pra cá e outro lá até ter aquela certa pressão é muuito legal. Claro que tem gente que fala “e como você vai associar com escola, academia, namorado e a sua vida social inteira?”, pois eu te respondo, que a RG virou vida, me dedico 100% seeempre do mesmo jeito que me dedico a escola, academia, namorado e vida social. Como o Rodrigo diz, primeiro a obrigação (escola) e depois a diversão, claro que a RG pra mim tem os pés nos dois lados, mas seempre vou pensar em escola e estudar e me dedicar seeempre em todos (já falei isso né? haha). O blog como vocês podem ver, está meio parado e nisso me sinto péeeessima, mas não estará mais, nem que seja com uma micro foto.

A outra novidade é a da minha primeira ida ao SPFW pela RG, com direito a lounge da mesma, lounge da Melissa (esse eu sou familiar hahah) e ao desfile da Cavalera que foi o máaaaaximo e to desejando uma saia liiiiiiiiiiinda estilo bailarina numa estampa liiiiiiiiinda também. Já fui para váaarios SPFWs,  mas esse definitivamente foi o mais marcante, sorry daddy!

Experiência é o que eu ando mais tendo nesse começo de ano, um ano que promete muuuuito, e eu acho que está sendo o máximo cada dia aproveitado. Sobre o estágio, eu só posso tirar elogios, todo mundo lá é super carinhoso, e atencioso e viraram meus tutores onde eu tenho certeza que láaa na frente vou agradecer cada um. Sobre outras experiências, como o 2º ano do colegial, os amigos que eu tenho, cada dia é novo, onde eu posso recomeçar, pensar e repensar e ainda ter tempo de refazer tudo de novo. A moda também é igual, ela pode ser feita, refeita e é nova a cada dia, que a Anna Dello Russo aparece com cerejas na cabeça, ou que a Lady Gaga aparece com Armadillos by Alexander McQueen. Na moda a cada dia, váaarias pessoas estão pensando em como fazer tal tendência estourar e bombar e se espalhar pelo mundo, e fazer com que outra mil pessoas tenham a ideia parecida e copiem tudo (inspireds).  E nós, meras mortais, nos espelhamos em todos e usamos tendencinhas em todas as roupas, as vezes até sem perceber, ah eu to usando o que saiu no desfile da Prada Spring, desse jeito outras pessoas se inspiram em nós, e tudo vira esse ciclo. Eu acho isso o máximo na verdade! haha

 

 

A saia desejo bailarina, com estampa da bandeira brasileira. Wish list right now!

Bombshelling

7 jan

Durante muito tempo, a moda exigia para que modelos já magras serem mais magras ainda, quando um belo dia uma modelo morreu de anorexia devido a pressão que ela recebia para ficar magra (isso quando ela ja devia ser) e mais magra, e mais magra, todos acharam um absurdo mas na verdade, a mídia pressionava tantas modelos que não só essa como outras também morreram. Esse tempo passou, e atualmente vivemos em um mundo onde, estilistas e agências de modelo, exigem que a modelo seja x kilos para que possa desfilar ou entrar na agência, a série Mad Men foi lançada com a bombshell Chrstina Hendricks e a família Kardashian mostrou que o bandage dress pode e deve ser usado por todas, só escolha os acessorios certos.

Mas nessa época com bombshells, voluptosas e mulherões já não foi vista antes? Sim! A época das pin ups, lá pelos anos 50 e 60, reinava com mulheres de pernas grossas, peitão e que tinham todas as proporções de mulheres normais. Nessa época mulheres como Brigitte Bardot e Marilyn Monroe eram adoradas por mulheres (desejando o sucesso e os homens que andavam a tiracolo) e por homens que desejavam cada milímetro do corpo delas. Estranho, não? Na realidade, isso de estranho não tem nada, tanto que na Elle America de Dezembro/10, Paul Marciano, co-fundador da Guess disse: “: I don’t get how a man can be attracted to that flat-as-a-table, skinny-as-a-sticky-look. I personally think that women should look like women.” e não é que o danado tá certo em todas as palavras que ele disse? Mulher tem que parecer com mulher, não com uma tábua e hoje, graças a todos os deuses, mais e mais modelos non-flat-as-a-table são aceitas no mundo fashion, tanto que em uma temporada de America’s Next Top Model a ganhadora foi uma voluptosa que usa calça jeans tamanho 40 ou 42, com todos os atributos que uma mulher tem e deve ter. Nossas principais bombshells são: Christina Hendricks, Kim, Khloe e Kourtney Kardashian, Kate Mulder, Marilyn Monroe e Brigitte Bardot.

Christina Hendricks assumindo todo seu tipo mulheril (puxei do meu pai haha) de ser.

Khloe, Kimberly e Kourtney Kardashian.

Kate Mulder.

Brigitte Bardot.

Nos anos 50 e 60 época de Brigitte e Marilyn (foto dela disponível nesse post: https://fashionmeetsme.files.wordpress.com/2010/12/marilyn-monroe-711.jpg)  bombshells eram mulheres desejadas por homens e mulheres. Na nossa época a regra não mudou muito, apenas foi ajustada devido aos nossos atuais padrões de mulher. Ser uma bombshell é comportar no seu corpo o tipo de mulher que não é a magra esquelética que vimos geralmente, a mulher pressionada pela mídia. E não é porque voce não tem esses atributos que tem que pensar que é uma pessoa feia, já que sempre estaremos insatisfeitas com alguma coisa no corpo, seja por não ter traseirón ou por ter muito peito. Pense naquela teoria das lisas que querem ser onduladas e das onduladas que lutam para o liso perfeito. A história do corpo se aplica a isso, por que sempre a nossa amiga despeitada vai querer ter o nosso peito avantajoso, e isso SEMPRE (pelo menos, desde que me conheço como gente) vai acontecer.

Um estilo super nada a ver…com o meu.

6 out
      Eu tenho uma birra com o tipo de roupa que eu visto. Abomino calça jeans, odeio tudo nela, como ela cai quando eu emagreço, como ela fica no meu corpo definitivamente, não sou uma jeans girl. Como também abomino qualquer tipo de calça. Meu estilo pode se definir como um encontro entre Blair Waldorf e Serena van der Woodsen (porque eu nem sou APAIXONADA por Gossip Girl hahah). Eu amo as saias de cintura alta da Blair e os sapatos que ela usa, e na Serena eu adoro como ela super arrisca decotes generosos como se estivesse andando de jeans no Central Park. E super digo, eu não uso calça, pra ter ideia, meus jeans se encostaram nos cabides e não saem mais, eu tiro e devolvo, é assim constantemente.

      Mas o motivo desse post não é falar que o meu estilo é Blair + Serena, mas sim mostrar minha mais nova paixão, a Rumi Neely, dona do blog Fashiontoast, minha inspiração para as roupas que eu vou na escola, e que me faz as vezes (sorry Blair) fugir do meu estilo padrão. E vendo o blog dela hoje, vi essa marca chamada Lonely Hearts e eu achei as roupas uma graça, claro que bem o estilo da Rumi, mas eu olhava algumas coisas e pensava ‘ah isso eu usaria’, ‘aquilo também’.

Foto: fashiontoast.com

 (foto da coleção atual da Lonely Hearts)

      Na verdade, eu acho que assim, claaaro que meu estilo é NUNCA largar meus vestidos e saias de cintura alta (que já são 6), mas eu olho e as vezes tenho vontade de sair de legging e bota ou (me matem agora) UGG Boots, porque na verdade claro que eu sempre me arrumo até pra ir no supermercado (é horrível mesmo mas vaidade é uma péssima qualdidade), e sei que tem gente que pode pensar nossa mas que chato é tudo tão igual, mas não é, porque a cada dia eu mudo, o colar, a bolsa, o sapato, por que eu acho que todos temos um estilo, onde é o seu jeito de se expressar no mundo e super não ligo pro pensamento dos outros, já que eles tendem a te deixar pra baixo, porque óbvio você (na verdade eu, com meus 16, cara de 20) vai ser uma super estranha andando pelo shopping de saia de cintura alta e sua amiga de jeans e tenis, mas isso é que é ter o seu estilo próprio, saber se mostrar e se destacar em um mundo onde todo mundo é tão… igual, o mesmo, que fica até chato.

      Isso é ter estilo é saber ousar, e saber diferenciar uma peça que todos estão cansados de te ver usando e quando você chega fica todo mundo ‘nossa, mas como ficou legal e nem parece que é aquela saia velha’. Não importa que você tenha uma ou trezentas saias de cintura alta, ou que seu closet seja recheado de Christian Loubotin e Pradas, porque o que importa e o que o seu estilo é definido mesmo, é o seu jeito de saber fazer uma peça ser mil, e essa mesma peça não parecer a mesma, por que com um pouco de tutano (já dizia minha mãe) e tempo (nem 5 minutos) você pode ter um look igual ao da Louis Vuitton Resort 2010 e com aquela saia velha.

      Ai o lema do blog fica bem claro. Já que ousar é o melhor a se fazer. E é mesmo.

Elle diz tudo… mesmo mesmo.

29 set

      “She had color, spark, and vever and believed that a cultured woman should not only know about fashion, but that shw should use it to express who she was, or hoped to become. But that belief didn’t exist in a vacuum: Capital-F fashion is about the dress, and our passion for it sometimes borders on the irrational, but fashion – by definition, that which is current-encompasses the culture as a whole, from books to movies to chefs to politics to sex to Glee. And each of these elements shapes the others, the dress included.”

      Esse fragmento eu li hoje na Elle America/october 10, e a revista faz 25 anos, então “celebrando” Robbie Myers fez esse texto foférrimo, que fala muito da Elle – she -, a quem esse fragmento se refere, sobre quem é mesmo a Elle da revista. Eu achei o máximo, porque fala como tem que ser a moda, como as pessoas deviam se vestir, como  Elle deve se vestir, e como ela se vestia “she had color, sparky and verve” (Ela tinha cor, brilho e vitalidade). Vamos achar nossa vitalidade (porque sempre temos uma escondida ai dentro), nossa cor e colocar muito brilho, porque se não é hoje, quando será ?

 

Foto: elle.com

 Acima as 4 capas colecionáveis que a revista fornece pra quem quiser. A que eu comprei na Banca Europa, Av. Europa, em frente a extinta casa da Revista Manchete, que é a melhor que tem aqui, é a com capa da Megan Fox, mas colorida. Adorei essa Elle America de outubro.